Hoje: 24/05/2026 - 13:33
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CASO JAIR JÚNIOR

Vice-prefeito de Lages é condenado a dez anos de prisão por violência contra mulher, diz MP

Tentativa de prisão do vice-prefeito nesta quinta-feira resultou em fuga e acidente na BR-116

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O vice-prefeito de Lages, Jair Júnior (sem partido), foi condenado a dez anos de prisão por crimes relacionados à violência contra a mulher. O Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) divulgou a sentença nesta sexta-feira, 22, ao comentar o caso em que o vice-prefeito sofreu um acidente durante fuga do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) nesta quinta-feira, 21.

O MP não cita o nome de Jair Júnior na nota. Ele foi encaminhado ao hospital após o acidente, ocorrido na BR-116. O vice-prefeito lageano respondia por lesão corporal, cárcere privado, constrangimento ilegal e perseguição. Além disso, foi condenado à perda do mandato.

“Para cumprir a ordem judicial [de prisão nesta quinta-feira], a 2ª Vara Criminal de Lages requereu o apoio do Gaeco em razão das especificidades do caso e da expertise do grupo em diligências envolvendo agentes políticos”, divulgou o Ministério Público.

A denúncia foi apresentada pelo MP em abril de 2025, após investigação sobre os episódios de violência doméstica envolvendo a ex-companheira de Jair Júnior. A sentença foi proferida nesta quinta. O processo tramita sob sigilo.

Nota do MP na íntegra

Um agente político de Lages foi condenado em ação penal ajuizada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) por crimes relacionados à violência contra mulher. As penas somam 10 anos e 11 meses de prisão por lesão corporal, cárcere privado, constrangimento ilegal e perseguição. O réu foi condenado também à perda do mandato eletivo.

Após a expedição do mandado de prisão, o réu tentou fugir de carro e acabou colidindo com um caminhão na BR-116. Ele foi socorrido e encaminhado ao hospital. Para cumprir a ordem judicial, a 2ª Vara Criminal de Lages requereu o apoio do GAECO em razão das especificidades do caso e da expertise do grupo em diligências envolvendo agentes políticos.

A denúncia foi apresentada pelo MPSC em abril de 2025, após investigação sobre episódios de violência doméstica envolvendo a ex-companheira do condenado.

A sentença condenatória foi proferida nesta quinta-feira (21/5). O processo tramita sob sigilo.

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